MGS: 66 anos de muitas histórias para contar!
Colaboradores contratados no dia do aniversário da empresa nos relatam a trajetória deles na MGS
Publicado em 16/01/2020 16:34 - Atualizado em 17/01/2020 08:03
Paulo, Mônica e Sandra são colaboradores da MGS. Eles não trabalham juntos, também não estão lotados na mesma cidade e muito menos possuem a mesma profissão. No entanto, eles compartilham uma coincidência pra lá de especial: foram contratados no dia 18 de janeiro, dia do aniversário da MGS!
A então Companhia Federal de Imóveis e Construções, hoje MGS, com sede no Rio de Janeiro, foi fundada no dia 18 de janeiro de 1954. Naquela época a empresa atuava em um ramo de negócios completamente diferente do atual, como no próprio nome diz: imóveis e construções. Contudo, foi só em 1992 que se tornou a Minas Gerais Administração e Serviços S.A.. Bom, de lá pra cá, tanta coisa aconteceu... É tanta história para contar!
Causos da nossa empresa
Quem vai abrir o livro de causos são os nossos colaboradores aniversariantes do mês: Paulo, Mônica e Sandra. Então, acomode-se na cadeira, poltrona, banco ou em qualquer assento que lhe for confortável e conheça essas histórias.
Paulo, servente de limpeza
De Conselheiro Lafaiete
Paulo Gonçalves Moreira é o aniversariante veterano do mês. Ele completa 25 anos de casa! Isso que é tempo de trabalho: ¼ de século de dedicação à empresa. O trabalhador é servente de limpeza na Delegacia Regional da Polícia Civil de Conselheiro Lafaiete, cidade localizada a cerca de 100 quilômetros de Belo Horizonte. De fala solta, o empregado não poupa elogios à MGS: “Esse trabalho é a minha sobrevivência. Gosto de tudo que faço”, afirma.
E olha que a jornada dele começa cedinho, enquanto muita gente ainda está dormindo, Paulo já está com a mão na massa. Ele pega serviço das 5h às 14h. “Eu não tenho nada a reclamar, só a agradecer. Aqui eu trabalho em paz”, diz.
Sobre o aniversário dele e da MGS, o servente de limpeza de Conselheiro Lafaiete se diz orgulhoso de fazer parte do time de milhares de trabalhadores. “Tudo o que eu tenho e tudo que eu construí na minha vida, eu devo à MGS. E aqui eu espero me aposentar”, comemora Paulo.
Mônica, porteiro/vigia
De Caratinga
Mônica Furtado do Nascimento é porteiro/vigia há nove anos no Escritório Microrregional de Saúde, da Secretaria Estadual de Saúde, em Caratinga, situada a pouco mais de 300 quilômetros da capital, na região do Vale do Rio Doce. Ela fez o concurso seletivo em 2007 e já tinha perdido as esperanças de ser chamada, quando três anos depois o telefone da casa dela tocou. “Me ligaram da MGS para confirmar se eu havia feito o concurso e se ainda tinha interesse em trabalhar para empresa. E eu disse: É claro que eu tenho”, lembra a colaboradora.
A princípio a trabalhadora tinha receio em trabalhar como porteiro/vigia, mas no fundo ela sabia que ia dar conta do serviço. Quando foi chamada, estava vivendo uma situação familiar extremamente delicada. O marido havia sido diagnosticado com câncer na faringe. “Foram 348 horas de quimioterapia e mais 54 sessões de radioterapia. Era tudo muito desgastante e, paralelo a isso, o meu pai faleceu”, relata.
Com dois filhos para cuidar, Mônica encarou o desafio da nova profissão e se tornou a provedora da casa. “Em nove anos, eu só apresentei atestado médico uma vez por causa de uma cirurgia de retirada da veia de safena na perna direita. Eu tenho muito orgulho do meu trabalho”, declara.
A porteiro/vigia finaliza o causo dela com um elogio que toca o nosso coração do lado de cá. “Hoje as minhas contas estão em dia, consegui construir a minha casa e com o 13º salário do ano passado realizei o sonho de ter o muro em volta da minha residência. É por isso que eu agradeço todos os dias por trabalhar na MGS”, agradece.
Sandra, viveirista
De Gouveia
Em 2011, Sandra Aparecida dos Santos disputou com dezenas de candidatos a vaga para viveirista no Horto Florestal de Gouveia, município localizado na região do Vale do Jequitinhonha, a 260 quilômetros de Belo Horizonte. No entanto, ela ficou em terceiro lugar no concurso seletivo. Ficou sentida, afinal apostava nessa oportunidade para melhorar de vida.
Para sorte dela, em 2012, foi informada de que seria aumentado o número de vagas e fora convocada. “Eu precisava muito desse emprego. Já era viúva e com dois filhos para sustentar. Por isso esse trabalho salvou a nossa vida”, diz.
Oito anos se passaram e, para Sandra, o viveiro de plantas é como se fosse o quintal da casa dela. É onde ela aprendeu a adubar, semear, regar e cuidar. “Eu cuido dessas plantas como sempre cuidei dos meus filhos. É preciso doar-se para que a natureza receba o nosso amor”, poetiza.
Sobre a data de aniversário conjunto com a MGS, a viveirista do Vale do Jequitinhonha revela o quanto a vida dela melhorou com trabalho. Ela conseguiu proporcionar uma vida melhor aos filhos e pagar a faculdade da filha. “Eu só tenho a comemorar, a essa é uma empresa muito boa que nos dá condições de crescimento profissional. Parabéns, MGS!”
José Silveira, superintendente de Administração de Pessoas
Prata da casa de BH
A prosa tá boa, mas já está terminando. E, para contar o último causo, convidamos um colaborador muito querido na Sede da MGS. Diferentemente dos demais aniversariantes do mês, José Silveira Júnior, superintendente de Administração de Pessoas, vai completar 30 anos de casa no dia 12 de fevereiro.
Aí você me pergunta: “Mas essa matéria não é sobre os aniversariantes do mês”?
Eu respondo: “Também é. Assim como Paulo, Mônica e Sandra, o Silveira também nos conta a trajetória dele na nossa empresa. E, olha dá uma enciclopédia”.
De escriturário a superintendente de RH
Trinta anos atrás, quando a máquina de datilografar era o equipamento mais moderno para se escrever, era praticamente impossível para o nosso colaborador José Silveira acreditar que em 2020 iria digitar um texto em um aparelho que cabe na palma da mão e ainda que faria ligações por bluetooth direto do carro e até do relógio! Dá pra acreditar? Naquela época não dava.
Pois é, quando Silveira entrou para MGS em 1990, a empresa era a então Credireal Serviços Gerais e Construções S.A. Ele era escriturário e a principal ferramenta de trabalho dele era... a máquina de datilografar! Pouco tempo depois passou para o cargo técnico de cálculos trabalhistas. “Eu era responsável por calcular os valores de acertos rescisórios de empregados do Brasil inteiro”, lembra. Dois anos depois, foi deliberada a denominação social para MGS - Minas Gerais Administração e Serviços S.A..
“Quando eu olho pra trás, vejo a tamanha evolução que a MGS passou e o quanto a empresa avançou. Isso é muito gratificante”, conta. Assim como a empresa, Silveira também cresceu na organização e teve a oportunidade de capacitar-se. Em 2003 fez faculdade de Administração de Empresas por exigência do então diretor de RH Geraldo Abranches. “Eu tinha a bagagem profissional, mas não possuía curso superior. Foi o empurrão que eu precisava para me qualificar. E, por isso, sou muito grato a ele”, afirma.
#trintou!
A pouco menos de um mês de completar três décadas de casa, Silveira revela que jamais poderia imaginar que um dia chegaria a Superintendente de Administração de Pessoas. “Eu fui supervisor, coordenador, gerente e estou na superintendência de RH. Em cada degrau que subi na MGS, foi um grande aprendizado. É por isso que considero o pertencimento o maior Valor da empresa. Sabemos o quanto a MGS preza pelo empregado e é por isso que me orgulho tanto de fazer desse time”, elogia.
Parabéns MGS por 66 anos de dezenas de centenas de milhares de histórias!
Parabéns a todos os colaboradores, clientes e fornecedores que ajudaram e ajudam a MGS a ser um gigante no mercado mineiro! Vida longa!
por Ludimila Padrão